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A Trindade Santa e a Família Sagrada nos amam!
Estamos a 16 anos evangelizando! Obrigado! Janeiro mês do nosso aniversário!
Iniciado em: 15/01/2002
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SANTAS

  1. • Jacinta Mariscotti (1585, Itália - 1640, Itália) - Virgem - 30/01 Nasceu na Itália, no ano de 15585. Seu nome de batismo era Clarissa. Os textos narram que Jacinta era de certo modo um mau exemplo para as suas colegas de hábito, pois a sua cela era muito bem decorado e com luxo, fator que não combinava com as propostas franciscanas da qual fazia parte. Numa certa data ficou muito doente e solicitou ao capelão sua presença para se confessar, mas este se recusou afirmando que aquele quarto não condizia com o caminho do Céu, onde a humildade é presente e não o orgulho e a frivolidade. Jacinta percebe o problema que estava criando com as suas atitudes arrependendo-se e em seguida pedindo perdão a todos(as) da Ordem. Desta data em diante passou a ser um exemplo de humildade e a viver em extrema pobreza, seguidora de São Francisco de Assis e chegar à Santificação. Faleceu na Itália, no ano de 1640. Foi Canonizada pelo Papa Pio VII, no ano de 1807.
  2. Jacinta Barto (1910, Portugal - 1920, Portugal) - Leiga - vidente de Nossa Senhora de Fátima, junto com Santa Lúcia, sua prima, e São Francisco Marto, seu irmão - 20/02 - Nasceu em Fátima, Portugal, no dia 05 de março de 1910. Foi batizada no dia 19/03/1910. Seus pais Manuel Pedro Marto e Olímpia de Jesus. Ela e seu irmão Francisco faziam parte de uma família pobre, mas religiosa, a mesma condição era a de sua prima Lúcia, uma família cristã. Desde pequenos os três pastoreavam o rebanho da família, quando no ano de 1916, na primavera, no verão e no outono daquele ano viram um Anjo da Paz. Talvez uma preparação para os acontecimentos do dia 13 de maio de 1917, quando os três veem Nossa Senhora sobre um arbusto logo após se assutarem com o que lhes parecia um trovão. A primeira aparição foi no dia 13 de maio, a segunda no dia 13 de junho, a terceira no dia 13 de julho, a quarta no dia 19 de agosto, a quinta no dia 13 de setembro e a última e sexta aparição no dia 13 de outubro, todas no ano de 1917. Após a primeira aparição todos os três passaram a jejuar e rezar o terço todos os dias. Mesmo crianças entregaram-se aos pedidos de Nossa Senhora. Foram informados por Nossa Senhora que Jacinta e Francisco partiriam antes de Lúcia, nenhum deles se desesperaram ou temeram a morte. Franciosco foi o primeiro, quando adoeceu em 1918, já sabia que iria para o lado de Deus, falecendo no dia 04 de abril de 1919, por volta das 22:00 h faleceu. Jacinta, adoeceu em 1918 e é levada para Lisboa em janeiro de 1920. Faleceu em Lisboa, Portugal, de bronco pneumonia, no dia 20 de fevereiro de 1920, às 22:30 h. Foram Beatificados pelo Papa São João Paulo II, no dia 13 de maio de 2000. Foram Canonizados pelo Papa Francisco, no dia 13 de maio de 2017, em Fátima, Portugal.
  3. • Jaquelina (?, Itália - séc. XIII, Itália) - Viúva - 08/02 Nasceu provavelmente em Roma, na atual Itália, em data não identificada por nós. Ela e seu marido abriram a casa onde residiam para hospedar São Francisco de Assis. Por volta de 1212 ingressa na Ordem Terceira de São Francisco de Assis após ficar viúva e seus filhos atingirem a maior idade. Vale destacar que esta viúva conheceu e era amiga de São Francisco. Faleceu na Úmbria, atual Itália, no séc. VIII. Seus restos mortais estão na basílica da Úmbria, Itália, ao lado do túmulo de São Francisco de Assis.
  4. • Joana da Cruz Delanoue (?, ? - ?, ?) - Virgem fundadora - 17/08
  5. • Joana (Giovanna) D'Arc (1412, França - 1431, Itália) - Virgem - 29 ou 30/05 Nasceu em Donrémy, na França, no dia 06 de janeiro de 1412. Sua família era pobre e camponesa. Cresceu neste meio muito bem educada por seus pais, por isso era caridosa, muito devota e piedosa. Era analfabeta. Aos 13 anos de idade passou a viver experiências místicas, quando ouvia a voz do Arcanjo Miguel, depois das Santas Catarina de Alexandria e da Santa Margarida da Antioquia. Estes Santos e Santas lhe informaram para se preparar para uma importante missão. Seus pais a princípio não deram a mínima atenção, mas ouvindo os relatos da filha começaram a achar que ela estava louca, por fim começaram a acreditar nela, mas muito temerosos por sua integridade física. Naquela época a França estava em guerra contra a Inglaterra, a chamada Guerra dos Cem Anos. O governante da Inglaterra era Henrique VI, que tinha como meta tomar o trono e assumir o controle da França e um passo importante já havia conseguido, pois suas forças haviam derrubado o rei Carlos VII. A missão de Joana era a de expulsar os invasores, libertar a cidade de Órleans, proporcionar o retorno do rei deposto ao trono e de nomeá-lo bispo de Reims, restaurando a soberania da França. Sua maior dificuldade para cumprir esta missão celestial foi conseguir falar com o rei Carlos VII. Ela só conseguiu falar-lhe quando já tinha dezoito anos, mas Carlos não lhe dava atenção. Mais tarde quando o rei percebeu que ela estava predestinada por Deus passou a ouvi-la e para sua surpresa Joana lhe relatou e abordou assuntos extremamente secretos, como estratégias de estado e principalmente militares. A jovem recebe do rei a chefia do exército, para isso teve que vestir uma armadura, mas devota empunhou também uma bandeira com uma cruz e bordados os nomes de Jesus e Maria. Seu objetivo era convocar os comandantes e soldados para uma luta dura e árdua, não apenas pela pátria, mas por Deus e a Fé. Partem para a batalha e os franceses que até então estavam isolados, sitiados e enfraquecidos, defrontam-se com o inimigo e vencem a batalha que levou por volta de um ano para encerrar definitivamente. O Rei retoma seu trono e determina que Joana continuasse a comandar suas forças, ela aceitou. Mas o que ela não esperava era ser traída. Após ser ferida Joana é vendida para os Ingleses, estes resolvem condená-la por heresia, uma forma de vingar a sua derrota e uma tentativa de humilhar a heroína francesa. reuniram um tribunal e num processo religioso manipulado, ilegal e vingativo foi condenada ao martírio em uma fogueira. Foi condenada por feitiçaria, blasfêmia e heresia. Faleceu em Rouen, França, martirizada, queimada em praça pública, aos 19 anos de idade, no dia 30 de maio de 1431. Durante seu martírio a jovem pronunciava seguidamente os nomes de Nosso Senhor Jesus Cristo e da Santíssima Maria Imaculada. Aquele processo ilegal, imoral e vingativo foi revisto pelo Papa Calisto III, que o considerou injusto. Foi então Canonizada, em 1920, pelo Papa Bento XV, e na mesma data proclamada padroeira da França.
  6. • Joana de Bagno de Romagna (?, ? - ?, ?) - Virgem - 16/01
  7. • Joana de Cuza (?, ? - ?, ?) - 24/05
  8. • Joana de Lestonac (Lestonnac) (1556, França - 1640, França) - Fundadora - 15/05 Nasceu em Bordeaux, na França, no ano de 1556. Era a filha mais velha e seus pais faziam parte da nobreza. Casou-se e viveu em comunhão até completar quarenta e um anos de idade quando seu marido veio a falecer. Sete anos mais tarde ingressa na Congregação das Monjas Cisterciences de Tolosa, na França, quando passa a viver em claustro. Pouco tempo depois adoeceu e foi obrigada a abandoná-lo, mas sua Fé era muito grande, por esse motivo passou a educar jovens meninas. Pouco tempo depois, em 1609, fundou a Ordem de Nossa Senhora, também conhecida como Companhia de Maria, com a ajuda de nove companheiras. Faleceu na França, de causas naturais, no ano 1640. Foi Canonizada pelo Papa Pio XII, no ano de 1949.
  9. • Joana de Valois (1464, França - 1505, França) - 03/02 Nasceu em Paris, França, no dia 23 de abril de 1464, filha do rei Luiz XI e de Carlota Savoya. Seu pai ao saber que nascerá menina não a aceita pois queria um filho. Cresceu num ambiente não muito propicio ao desenvolvimento de uma criança. Seu pai, em 1476, para solucionar problemas políticos dá a sua filha em casamento ao duque Luiz de Orleans. Seu casamento foi outro martírio, pois seu marido era um homem devasso e infiel. Vivia de orgia, vilipendiar e traição. Com a morte de seu pai seu marido sobe ao trono com o nome de Luis XII. Apesar do trono Joana socorria os pobres e desvalidos que a procuravam. Era muito generosa com estas pessoas, mesmo com problemas pessoais, um sorriso era sua marca. Num determinado dia seu esposo solicitou a anulação do casamento e como rei acabou conseguindo. Sua alegação era a de que tinha sido obrigado a casar-se com Joana contra a sua própria vontade e por ela ser infértil. Joana aceitou o ocorrido, pois de uma certa forma ela estaria mais a vontade para ajudar aos pobres, tinham 22 anos de casado quando o casamento foi anulado. Joana muda-se do castelo Bourges. Luis casa-se novamente. Em 1500, auxiliada pelo Padre Franciscano Gabriel Maria, fundou a Ordem dos Irmãos Anunciata e que logo foi aprovada pelo Papa Alexandre VI em 15 de fevereiro de 1501. Torna-se religiosa e responsável pela nova Ordem. Faleceu na França, no dia 04 de fevereiro de 1503, aos quarenta e um anos. Foi Canonizada pelo Papa Pio XII, em 28 de maio de 1950.
  10. • Joana Emília de Villeneuve (?,? - ?,?) - ??/??
  11. • Joana Francisca de Chantal (1572, França - 1641, França) - Fundadora - 09 ou 12/12 Nasceu em Dijon, na França, no ano 1572. Foi Batizada com o nome Joana de Frémiol. Era filha de um político. Sua educação foi das melhores e também Cristã. Quando jovem recusou um pedido de casamento em razão do pretendente ser calvinista. Mais tarde aceitou o pedido de casamento feito pelo barão de Chantal.  Após o casamento passou a morar no castelo de Bourbilly, na França. Diariamente era rezada a Missa, na capela do castelo, com a participação de todos os criados e, aos domingos, freqüentava a Igreja Matriz. Seu marido estava em Paris quando adoeceu, foi então levado para seu castelo. Joana ficou a seu lado o tempo todo, saindo para rezar na capela. Pouco tempo depois seu marido fica curado, mas durante uma caçada é ferido. O ferimento agravou sua saúde e logo em seguida faleceu, deixando um filho e três filhas. Joana tinha nessa época 28 anos de idade. Decidiu então, a partir daquele momento, fazer voto de castidade. Passou a dedicar-se aos filhos, às orações e caridades. Nove anos depois, duas das filhas se casaram, mas uma delas veio a falecer. Naquele ano decidiu entregar o filho aos cuidados do avô materno, que também promoveu a conclusão dos seus estudos. Joana ingressou no Convento e incluiu o nome Francisca, quando passou a chamar-se Joana Francisca Chantal. No Convento recebeu a informação que seu genro havia falecido, pouco tempo depois uma das filhas também faleceu. O desastre não parou, pois seu orientador espiritual, bispo de Genebra. Pouco depois seu filho é morto em batalha. E por fim, quatro anos depois falecem uma nora e um genro. No dia 04 outubro de 1641, a convite da rainha da Áustria, Aná, vai a Paris. Voltou a Moulin, retornando a sua vida monástica. Em certa data teve febre bastante elevada, fato que a levou para cama. Faleceu, na França, no dia 09 ou 13 de dezembro de 1641. Foi Canonizada pelo Papa Clemente XI, em 1717.
  12. • Joana Isabel Brichier de Arges (?,? - ?,?) - 26/08
  13. • Joana Maria Bononi (1606, Itália - 1670, Itália) - 22/08 Nasceu em Aciago, na Itália, localidade que pertencia à diocese de Vicenza, em 1606. Ingressa no Convento das Beneditinas, de Bessano, em 1621. Foi uma seguidora fervorosa das regras Beneditinas vivendo em oração e penitência. Mais tarde foi nomeada mestra das noviças. pela sua dedicação ao cargo e a experiência transmitida às noviças foi eleita abadessa da comunidade. Diversas doenças lhe confere uma identidade indesejada, a de louca. Uma dessas doenças é a lepra. Foi também chamada de visionária. Com medo de serem acometidas pela lepra, suas companheiras a abandona e prestam apenas a ajuda necessária. As doenças lhe trouxeram muita dor e sofrimento. Faleceu na Itália, no dia 22 de fevereiro de 1670, aos 65 anos solitária. Foi Canonizada pelo Papa Pio VI, no dia 02 de junho de 1783.
  14. • Joana Maria de Maillé (1331, França - 1414, França) - 28/03 Nasceu em Tours, França, no dia 14 de abril de 1331. Sua educação seguia normalmente quando aos 11 anos de idade tem a visão da Virgem Maria com Menino Jesus. Após este acontecimento decide dedicar-se a Deus Pai e Filho, voltando especial atenção à Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Mas por pressão de sua família foi obrigada a se casar. Mesmo contrariada aceitou casar-se com seu tutor. Acontece que o casal em comum acordo decidiram viver em castidade. Quando da peste negra o casal humanitariamente aplica seus bens para socorrer as vítimas daquela epidemia. Nesta época ocorria a chamada guerra dos cem anos e em conseqüência dela seu marido é capturado pelos ingleses e que para soltá-lo exigem um resgate de valor elevado. Joana não pensou duas vezes e se desfez de sua fortuna para comprar a liberdade do marido. Pouco tempo depois ele vem a falecer, mais precisamente em 1362. A família de seu marido expulsa Joana de seu convívio. Joana vai para Tours e nesta localidade passa a atender os necessitados e dedicar-se à oração e contemplação e, por esta razão fez o voto de castidade perpétua. No hospital onde auxiliava os doentes era muito perseguida, mais uma vez é de certo modo expulsa. Decide então mudar-se para o erimitério de Planche de Varux. Viveu bem neste local, mas sua saúde fragilizou-se e ela foi obrigada a retornar a Tours. Passa a morar e trabalhar próximo aos Franciscanos. Faleceu na França, em 28 de março de 1414.
  15. • Joana Scopelli (ou  Giovanna) (1428, Itália - 1491, Itália) - 09/07 Nasceu em Reggio Emilia, na Itália, no ano de 1428. Ainda bastante jovem ficou órfã de pai e mãe. Nessa época juntou-se a um grupo de mulheres que desejavam viver a vida religiosa. Esse grupo anos mais tarde fundaram um Mosteiro. O objetivo dessas mulheres, incluindo Joana, era viver para a caridade e a oração. Faleceu em Mântua, Itália, no dia 09 de julho de 1491.
  16. • Joaquina de Más e Vedruna (1783, Espanha - 1854, Espanha) - Viúva e fundadora - 22/05 ou 28/08 Nasceu em Barcelona, Espanha, no dia 16 de abril de 1783. Seus pais tiveram oito filhos e ela era a quinta. Originária de uma família nobre, fato que lhe permitiu uma educação de qualidade. Ainda jovem casou-se com Teodoro de Mas, nessa época tinha 16 anos de idade, no dia 24 de  março de 1799. O casamento gerou nove filhos, mas três faleceram ainda pequenos. Em 1808 a Espanha entra em guerra com a França e Teodoro é convocado. Joaquina sozinha é obrigada a fugir em razão das perseguições pelos franceses. Em 1810 seu esposo faleceu, viúva passa a cuidar sozinha de seus seis filhos. Tem grande trabalho de assistência aos pobres e desvalidos. Quando seus filhos, já adultos, podem tocar a sua vida, fundou a Congregação das Irmãs Carmelitas da Caridade, que ficou conhecida como Irmãs Carmelitas de Vedruna, no dia 26 de fevereiro de 1826, na cidade de Vic. Sua casa foi transformada em sede da Congregação. Fundou mais trinta centros religiosos voltados em sua maioria à educação e assistência aos enfermos. Faleceu em Vic, Espanha, no dia 28 de agosto de 1854. Foi Canonizada pelo Papa João XXIII, no dia 12 de abril de 1959.
  17. • Josefa Kuncewicz (?, ? - ?, ?) - ??/??
  18. • Josefina (Josephine) Bakhita (Bakita) (1869, Sudão - 1947, Itália) - Virgem - 08/02 Nasceu no Sudão, em 1869. Josephine teve uma infância comum até pouco antes dos dez anos quando é raptada por traficantes de escravos. Durante a permanência com seus raptores recebe deles o sobrenome de Bakhita, que significa em árabe, pessoa afortunada. Por cinco vezes é vendida e revendida, e durante a servidão é torturada e humilhada. Quando se torna serva de um general turco é tatuada ao fio de uma navalha e para que a ferida não cicatrizasse era aplicado sal e assim garantir que a tatuagem se perpetuasse em sua pele. Segundo os registros foram 114 marcas feitas sobre seu corpo. Quando tinha quinze anos foi vendida para um cônsul italiano. Na Itália, onde não mais havia escravidão, lhe é permitido ingressar na Ordem das Filhas de Santa Madalena de Canossa.  Na Ordem cumpriu toda sua missão com dedicação e esmero e uma grande Fé em Nosso Senhor Jesus Cristo e Seu Pai, nosso Soberano Deus. Faleceu na Itália. em razão de uma doença não identificada, no dia 08 de fevereiro de 1947. Sua palavras finais foram: "Nossa Senhora, Nossa Senhora...". Foi Beatificada pelo Papa João Paulo II, no dia 17 de maio de 1992. Foi Canonizada Pelo Papa João Paulo II, no dia 01 de outubro de 2000.
  19. • Jovita (?, ? - ?, ?) - 15/02
  20. •Judite (?, ? - ?, ?) - E Santa Salomé * - 29/06
  21. • Júlia (?, ? - ?, ?) - Mártir - 22/05
  22. • Júlia Biliart (Billiart) (1751, França - 1816, Bélgica) - Virgem fundadora - 08/04 Nasceu em Cuvilly, na França, no dia 12 de julho de 1751. Seu nome de Batismo era Maria Rosa Júlia Billiart em uma família bastante pobre, mas muito pobre. Aos sete anos faz a Primeira Comunhão, passando a dedicar-se a Deus Pai e Filho, mas não podia assumir esta vontade por precisar trabalhar e ajudar seus pais, fator que impediu que continuasse a estudar, Júlia aprendeu apenas a ler e escrever. Era uma menina muito esforçada, mas por falta de uma alimentação adequada aos treze anos ficou parcialmente paraplégica. A doença durou vinte e dois anos. Mas não pensem que a doença a abateu, muito ao contrário, durante este período todo ocupava seu tempo ajudando na catequese, estudando e aprendendo os mistérios do Calvário, da Paixão e Morte do Filho Celestial, da Glória e do Espírito Santo. Os pobres a procuravam por sua humildade, dedicação e Fé, mas também por ter o dom da palavra. As senhoras das famílias mais nobres a ajudava com donativos e desta maneira poderia se manter e ainda ajudar aqueles que necessitavam. Desta maneira conquistou a amizade de todos inclusive das religiosas da Ordem das Carmelitas. A procura por sua ação educacional resolveu ingressar na vida religiosa para poder abrir uma Congregação voltada para a formação Educacional das pessoas pobres e formar educadores. Sua intenção não era a formação de religiosos, mas não iria dispensar a formação na Fé. Seu sonho foi alcançado no ano de 1804, quando fundou a  Congregação das Irmãs de Nossa Senhora. Por volta do ano de 1786 a sua devoção ao Sagrado Coração de Jesus obteve a cura de sua  doença. Era uma pessoa perseverante, a ponto de algumas pessoas a achar teimosa e turrona, por não aceitar interferência naquilo que achava certo. Júlia abriu em Amieus, na França a sua primeira escola gratuita para atender crianças pobres. O resultado foi tão bom que ela viaja pela França e pela Bélgica abrindo novas unidades escolares. Todas as escolas seguiam as regras e disciplina adotada e defendida por ela, por esta razão aceitava donativos, mas eles não poderiam interferir na forma de administrar e assim poria garantir uma independência de outras idéias ou ideais diferentes dos seus. Para solucionar o problema de recursos criva ao lado das escolas pensionatos para pobres. Suas ações levaram a incompreensão do bispo de Amiens, que declaradamente passou a perseguir e ser injusto com a religiosa. Para impedir as suas boas ações destituiu-a da direção da Congregação, mas o que o bispo não esperava foi a decisão das  demais irmãs em abandonar o local e segui-la. Todas partiram então para Namur, na Bélgica, onde retomaram o trabalho e lá se fixaram permanentemente. Agora na Bélgica Júlia continuou a fundar escolas e pensionatos, estes últimos para garantir a maior independência possível de interferências externas. Suas obras mudaram a vida de milhares de crianças pobres e garantiram um número maior de fieis. Faleceu em Namur, na Bélgica, no dia 08 de abril de 1815.
  23. • Júlia Salzano (?, ? - ?, ?) -
  24. • Juliana (IV, Ásia Menor - IV, Ásia Menor) - Virgem mártir - 16/02 Nasceu em Nicomédia, Ásia Menor, no século IV. Foi convertida ao Cristianismo e Batizada. logo em seguida foi presa e encarcerada. No cárcere foi extremamente torturada para renegar a sua Fé em Jesus. Ficou muito ferida e debilitada. Faleceu Nicomédia, Ásia Menor, encarcerada foi martirizada por tortura, no século IV.
  25. • Juliana de Cornillon (1192, Bélgica - 1258, Bélgica) - Mística - 05/04 Nasceu em Retttine, em Liegi, na Bélgica no ano de 1192. Seus pais eram ricos, mas aos cinco anos de idade ficou órfã de pai e mãe, por essa razão sua educação foi confiada à irmã Inês. Estudou no Convento de Monte Cornilolon. Era um convento diferenciado, pois ali haviam duas comunidades, a masculina e a feminina, todos agostinianos (seguidores das regras de Santo Agostinho). Tornou-se monja, mas como desejava seguir as regras com fervor arranjou inimizades no interior do convento. Esses acontecimentos obrigaram a jovem a fugir para Huy, Bélgica. Com visões que inspiravam uma festa para o Santíssimo Sacramento e que foi instituída pelo Papa Urbano IV. mas mesmo assim as perseguições não pararam. Faleceu em Flandes, Fosses, na Bélgica, no dia 05 de abril de 1528.
  26. • Juliana de Falconieri (1270, ? - 1340/1, ?) - Virgem - 19/06 Nasceu em Florença, Itália, em 1270. Ainda jovem renuncia a vida laica e assume sua Fé e torna-se uma Terciária Servita. Seu trabalho ganha destaque e anos mais tarde torna-se Superiora da Comunidade de Monjas Servitas. Faleceu em Florença, na Itália, no ano 1341. Era extremamente dedicada à oração, à Santa Eucaristia, mas também aos enfermos. Foi Canonizada pelo Papa Clemente XII, no ano de 1737.
  27. • Julieta Kim (?, ? - ?, ?) - Mártir da Coréia - 20/09
  28. • Julita (?, ? - séc. IV, Síria) - Mártir juntamente com São Ciro - 16/06 e 30/07 Nasceu local e data não identificados por nós. Diocleciano ordena a prisão de Julita, por ser Cristã, e junto com ela é preso também seu filho. Passou por severas torturas e nunca renegou sua Fé. Acontece que seu filho presenciou, com três anos de idade, chamado Círico (Ciro) a tortura e desesperado ao ver sua mãe maltratada, começou a gritar que também era Cristão. O caso foi levado a Diocleciano e este determinou a morte dos dois. Faleceram na Síria, mãe e filho, martirizados, no século IV.
  29. • Justa (?, ? - ?, ?) - Virgem mártir juntamente com Santa Rufina - 15 ou 19/07
  30. • Justina (?, ? - ?, ?) - Virgem mártir - 27/07
  31. • Justina (?, ? - ?, ?) - Mártir - 07/10
  32. Justina
    (?, ? - séc. IV, Nicomédia) - Mártir juntamente com São Cipriano, o Mago* - 26/09 Nasceu em local e data não identificados por nós. Cipriano era um mago e realizava advinhações e previsões, quando num dia conhececeu Justina, uma bela jovem que tinha a sua vida dedicada a Deus. Cipriano encantou-se coma moça a ponto de desejar enamorá-la. A jovem recusou, mas Cipriano foi convertido e abandonou as "magias". A vida de Justina era toda voltada a Deus e tinha dedicação e entrega total a Ele. Converteu Cipriano, que mais tarde tornou-se sacerdote e algum tempo mais tarde foi nomeado bispo de Cartagena. Aconteceu que eram perseguidos e em 304 ambos foram presos, Justina estava em Damasco, já Cipriano em Antioquia. Ambos foram levados para Nicomédia, na atual Turquia e lá obrigados a recusar a sua fé. Condenados à morte por se recusarem aceitar um deus pagão e confirmar a fé em um único Deus. Faleceu martirizada em Nicomédia, atual Turquia, no séc. IV, provavelmente ano 304 ou 305.

  33. • Juta (?, ? - ?, ?) - Viúva - 05/05

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