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Iniciado em: 15/01/2002
Neste endereço (domínio): 14/01/2006
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A Igreja Católica
 A Igreja de Jesus XII
Por: Vivaldo Armelin Júnior - Mai./18
• Paulo foi arrebatado por Jesus, pessoalmente, quando recebeu de Jesus a missão de evangelizar o povo de Deus. Como rabino, Paulo, era profundo conhecedor das Sagradas Escrituras do Antigo Testamento, condição que facilitou ligar as Escrituras aos acontecimentos na Palestina. Lembrando que o Novo Testamento ainda não existia, só por volta do século III e IV é que ela seria organizada como conhecemos hoje. A chegada de Jesus era prevista no Antigo Testamento, por profetas. Seu grande conhecimento foi possível por ter como professor e orientador Gamaliel, portanto, um erudito, cheio de cultura e informação, com facilidade da palavra e de explicar.
• Os judeus que estavam em toda parte do mundo, muitos fugindo dos invasores, o Império Romano, em sua maioria não aceitavam e não acreditavam na vinda do Senhor feito homem. Por outro lado, muitos aceitaram a Palavra e se converteram e foram batizados. Para esses resistentes Cristo era apenas um homem, um embuste, uma farsa, e que nunca poderia ser o salvador. Achavam até que Jesus era um enviado daquele que vive no fogo eterno, mas nunca conseguiram explicar os milagres, curas e a expulsão de demônios do corpo de seres humanos.
• Paulo escreveu muitas cartas às comunidades, aos bispos e aos Apóstolos, sempre sob orientação das determinações vindas de Pedro. Eles, por sinal, até tiveram atritos, mas nunca deixaram de se respeitar, de seguir as Leis de Deus e da união. O que é triste e até um dano para a história, foi o fato de muitas cartas terem se perdido. Não sabemos porque Deus não deixou que chegassem até os nossos dias. Não quer dizer que elas seriam parte da Escrituras, mas seriam importantes para melhor conhecer o início da Igreja.
• Das suas cartas, quatro foram destinadas aos Coríntios, duas delas se perderam com o passar do tempo. Também escreveu a Timóteo, que fora nomeado por ele bispo. Tito foi outro que recebeu cartas de Paulo, também nomeado bispo. As cartas de São Paulo que chegaram a nós são consideradas textos canônicos e pastorais.
• Paulo, pode ter conhecido Jesus, mas não viveu a seu lado, mas diante da aparição acreditou e mudou, portanto soube ouvir e atendê-Lo. Segundo a Tradição, Paulo de Tarso viu por várias vezes Jesus. Paulo se tornou um homem caridoso, ao lado de Barnabé, quando socorreram física e espiritualmente aqueles e aquelas que necessitavam. Paulo não viveu apenas de doações, muito ao contrário, segundo alguns relatos fabricava e vendia tendas.
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 Introdução
 Por: Vivaldo Armelin Júnior - Fev./17
• A História da Igreja começa antes de Cristo, com a Igreja Judaica, Jesus Cristo pertencia a esta Igreja, a mesma que deixou para a Igreja Católica, fundada por Jesus, nas mãos de Pedro, o Antigo Testamento.
• Por essa razão, não há como entender a Igreja de Jesus Cristo se não houver um estudo rápido desta religião.
• Jesus foi enviado por Deus, seu único Filho, para anunciar a Nova Aliança, a salvação, por isso ele é o Salvador. Os profetas do Antigo Testamento previram a chegada de Jesus. O Antigo Testamento tem registrado em suas páginas relatos que são confirmados no Novo Testamento. Jesus em vida, por diversas vezes, apresenta aos judeus, seus seguidores, partes do Antigo Testamento e ainda disse: — "17 Não penseis que vim destruir a Lei ou os Profetas. Eu não vim para anular, mas para cumprir." (Mt 5,17).
• A Igreja Judaica tinha as suas regras e seguiam a Moisés com muita dedicação. Nos templos as mulheres não podiam entrar, seguiam de longe as pregações e os ritos. A Páscoa, tinha outro sentido, que discutiremos mais tarde, mas exigia de todo judeu a visita ao templo em Jerusalém. Faziam sacrifício com animais e aves. O templo, como um local sagrado não possui estandartes, brasões ou qualquer outro símbolo. Os profetas eram muito importantes e suas falas, orientações e ensinamentos deveriam ser seguidos à risca.
• Com a chegada dos romanos, aproximadamente no ano 90 a.C., com Pompeu, os templos foram violados e neles colocados estandartes romanos, essa ação enfureceu a todos, mas nada podiam fazer diante do poderio militar daquele povo invasor.
• As leis judaicas são complexas, mas importantes para o surgimento da Igreja de Jesus Cristo, portanto, todo cristão católico precisa fazer um estudo mais aprofundado desta religião. Não iremos estudá-la a fundo, pois esta é apenas uma introdução.
• Os romanos não conseguiram enfiar a goela abaixo a sua religião, fazer com que os judeus venerassem o imperador, condição que levou-os a considerar uma região difícil e de gastos militares bem superiores a outras conquistadas.
• Se Jesus era judeu, porque somos católicos? Essa é uma resposta relativamente simples, alguns acontecimentos, previstos por Jesus, foram cruciais, por exemplo, quando anunciou que Pedro era a pedra fundamental de sua Igreja; depois quando anunciou e enviou seu Apóstolos e discípulos pelo mundo, Europa, Ásia e África. Previu também que Pedro iria viajar e chegaria à sede do Império Romano. Ganhou o nome Católico em Roma, palavra originária da palavra grega - καθολικός (katholikos), que significa "universal", também "geral", ou ainda, "referente à totalidade".
Nota: Essa explicação extremamente rápida está no passado porque estamos falando de outra época, bem anterior a Jesus e não dos nossos dias. Muitas outras informações importantes não foram citadas por nós.
A Igreja de Jesus iniciou judaica
Por: Vivaldo Armelin Júnior - Fev./17
• A Igreja Católica Apostólica Romana começou judaica. Não se trata de uma heresia esta afirmação, pois Jesus era integrante dessa religião irmã, bem como os Apóstolos, São José, o pai de Jesus, a Santa Maria, uma "irmã mais velha", como afirmou São João Paulo II, quando Papa. Nós cristãos católicos só temos o Antigo Testamento porque nossos irmãos preservaram as Escrituras em pergaminho com todo cuidado e respeito. Portanto, nunca poderemos colocar a Igreja Judaica como inimiga dos cristãos. Os que perseguiram, na época de Jesus, foram os maiorais e apenas alguns, pois muitos acabaram se convertendo, como foi com Paulo de Tarso, o grandioso São Paulo, que ao lado de São Pedro construíram os alicerces da Igreja de Jesus. A Igreja Judaica não foi a responsável pela morte de Jesus, mas alguns integrantes, muitos respeitavam Jesus e até o seguiam.
• Alguns líderes radicalizaram e mandaram matar Jesus, mas não toda igreja. Inclusive, é sabido que muitos se converteram para o cristianismo e também foram perseguidos e até mortos.
• Não só Jesus e seus Apóstolos eram integrantes da Igreja Judaica, seus pais, São José e a Santa Maria, seus avós maternos, São Joaquim e Santa Ana, e paternos. Todos da linhagem de Davi.
• O Antigo Testamento é um documento que narra e descreve as Palavras de Deus, por inspiração do Espírito Santo, também dos Profetas e Patriarcas, muitos deles fizeram previsões sobre a vinda de Jesus no nosso meio, como homem. Previsões que foram feitas séculos antes do nascimento de Jesus.
• Muita gente que não entende o processo de organização das Escrituras pela Igreja e afirmam que ela escondeu o que não interessava. Uma mentira, pois a Igreja preservou todos os textos (Livros) do Antigo Testamento e só colocou na Bíblia os que eram canônicos. Os textos apócrifos, não canônicos, não foram incluídos porque tinham alguma coisa que não era parte do que descreviam os Evangelhos. Outra questão importante, o trabalho de organização do Novo Testamento foi de aproximadamente trezentos anos. A Igreja Católica nunca escondeu nada, os textos apócrifos estão ai para que qualquer um leia e até faça estudo. Quem esconde não revela. O mais importante, a Igreja sabe que tem relatos nesses textos que fazem parte da Tradição, que é uma das "pernas" de sustentação da Igreja, as outras duas são as Bíblias e o Magistério da Igreja. A Igreja não modificou nenhum texto das Sagradas Escrituras, apenas os organizou.
• As Bíblias são compostas ou organizadas por Livros, que eram separados em pergaminhos enrolados, por esse motivo, para facilitar a pesquisa, leitura e a organização os colocou em um único Livro. Um trabalho cansativo de padres, bispos e de Papas. Hoje, as Bíblias são usadas por diversas Igrejas Cristãs, mas não católicas. Essas para atacar a Igreja de Jesus, a única fundada por Jesus, dizem que houve seleção de textos, ou que eram perdidos e estavam influenciados pela religião romana. Uma mentira, porque os romanos eram politeístas, uma razão que já desmonta esse argumento e se houve erro, por que eles a usam?
• Entendendo esses aspectos é possível iniciar um estudo mais profundo da História da Igreja. Vale destacar que esses textos são uma síntese dos fatos e acontecimentos da época, por isso, essa série será referente ao século I. A "Igreja Primitiva", sua construção e os acontecimentos envolvendo os Romanos e os principais do templo. Sugerimos um aprofundamento nos estudos, por essa razão faremos indicações de textos que facilitem esse estudo. Conhecer a história de Jesus é conhecer a história do mundo.
• Boa reflexão e pesquisa!
A Igreja de Jesus II
Por: Vivaldo Armelin Júnior - Mar./17
• O primeiro Papa foi nomeado pelo próprio Senhor Jesus Cristo, ainda em vida, quando disse a Simão que ele seria a pedra fundamental de Sua Igreja, e passou a chamá-lo de Pedro. Pedro, como os demais Apóstolos e discípulos partiram mundo afora para levar as palavras e ensinamentos recebidos diretamente de Jesus. Pulando uma parte das viagens de Pedro, vamos direto à sua chegada a Roma, onde Paulo já estava. Chegou a Roma por volta do ano 40, já nesse período havia perseguição, mas como em Roma eram poucos os cristãos ela ainda era pequena. São Paulo, foi para Roma preso, mas antes do julgamento, foi solto para aguardar o julgamento. Nesse período, levou a palavra a todos que podia, civis e militares, pobres e ricos. Essa ação aumentou o número de convertidos, motivo pelo qual mexeu com o comércio de estátuas de deuses e deusas pagãos. Os sacerdotes do império, é óbvio, não gostaram, pois muitos eram os que comercializavam as imagens. Segundo ponto, a confusão, esses sacerdotes colocaram na cabeça do imperador que os cristãos queriam tomar o poder, pois afirmavam que Jesus Cristo era o rei. Mesmo com Jesus morto isso incomodou. O imperador, pela religião romana deveria ser adorado, como um de seus deuses.
• Como já destacamos, São Paulo já estava em Roma quando da chegada de Pedro àquela cidade. A pregação era intensa, mas às escondidas, em florestas fora do centro urbano, nos cemitérios, catacumbas, que eram grutas, como as do Vaticano, onde hoje está a sede da Santa Igreja. Pedro e Paulo podem ter trabalhados juntos, mas por pouco tempo, não existem registros.
• É preciso entender que o império romano era a maior força do mundo na época, seus domínios não se limitavam à Europa. Roma chegou a dominar o norte da África, inclusive o Egito, a Palestina e até alguns países da Ásia. Com o domínio romano por toda região cresceu também o comércio entre esses povos dominados e dominadores. O transporte marinho nunca foi tão intenso, o Mar Mediterrâneo nunca recebeu tantas embarcações. Muita gente passou a viajar usando embarcações, mas também a pé ou por meio de animais como o cavalo, no lombo do animal ou em carroças... Estradas não faltavam, foram construídas pelos romanos mais cem mil quilômetros, estradas pavimentadas com pedra, na medida do possível, bem mantidas, pois os romanos dependiam delas para garantir seu império.
• Nesse primeiro século da Igreja de Jesus governava a Palestina o filho de Herodes, Herodes Antipas, o mesmo que matou João Batista e viu Jesus morrer. Em seguida vem seu sobrinho Herodes Agripa.
• Os imperadores romanos na época, primeiro século, foram (as datas são prováveis): Augusto (do ano 30 a.C. até 14 d.C.), Tibério (do ano 14 até 54), Calígula (do ano 37 até 41), Cláudio (do ano 41 até 54), Nero, um dos maiores perseguidores da Santa Igreja, nas suas mãos muitos cristãos foram presos e condenados à morte (do ano 54 até 68), com a morte de Nero abriu-se uma grande crise e três imperadores assumiram, Galba, Otão e Vitélio, mas seus reinados duraram apenas um ano, (do ano 68 até 69), alguns historiadores apontam mais um imperador, com a queda assumiu Vespasiano, que retoma a ordem, por esse motivo, segundo alguns historiadores, diminuiu a perseguição (do ano 69 até 79), depois vem Titus (do ano 79 até 81), Domiciano, outro grande perseguidor do cristianismo (do ano 81 até 96), Nerva (do ano 96 até 98) e Trajano, o último imperador do século I, o primeiro do século II (do ano 98 até 117).
• A cada imperador aumentava a perseguição aos cristãos em todo império, inclusive na Jordãnia/Palestina.
 • Os Papas, foram: São Pedro (aproximadamente do ano 40 até 64), São Lino (do ano 64 até 79), Santo Anacleto (do ano 79 até 64) e São Clemente I (do ano 92 a ?99/100/101). De São Pedro até São Clemente foram quatro Papas, todos perseguidos pelo império. Foram também doze imperadores.
• Boa reflexão e pesquisa!
A Igreja de Jesus III
Por: Vivaldo Armelin Júnior - Mar./17
• Vamos voltar um pouco à Jerusalém, não vamos nos deter aos fatos e acontecimentos contidos no Novo Testamento, apenas fazer uma breve análise, pois essas informações podem ser lidas na Bíblia, dever de todo cristão. Após a morte de Jesus, destaca-se um novo personagem, Saulo de Tarso. Um homem judeu, mas graças a seu pai, que comprou para ele a cidadania romana, tinha também títulos e privilégios comuns aos romanos natos. Não se sabe se Saulo (Paulo) chegou a conhecer Jesus, alguns relatos vindos de historiadores sugerem que ele pode ter assistido a crucificação de Jesus. Tinha como profissão confeccionar tendas, pois era exímio tratador do couro. Estudou as Leis Judaicas com o rabino e ancião Gamaliel., portanto era um grande conhecedor das Leis. Como alguns dos principais do templo, pois alguns tinham se convertido ao cristianismo após a morte de Jesus, continuaram a perseguição, por exemplo, mataram o Apóstolo Tiago Maior, apedrejado, na presença de Saulo.
• Muitos presos e mortos, reduzindo consideravelmente os seguidores de Jesus, mas quanto mais eram perseguidos, maior era o número de convertidos. Paulo, em sua furiosa perseguição, resolveu com os rabinos ir para Damasco e lá prender os cristãos, esse fato se deu entre possivelmente entre os anos 33 e 36. Durante sua viagem tem a visão de Jesus, melhor, ouve o Senhor Jesus, pois uma forte luz o impedia de enxergar. Essa forte luz o deixa sego. Levado à Damasco é convertido. Mais uma vez, ressalto, não vamos nos ater nesses fatos, pois fazem parte da Bíblia. Depois de conhecer os Apóstolos e ser aceito por eles, Saulo recebeu o nome de Paulo, Paulo de Tarso. Passou de perseguidor a perseguido, considerado por alguns líderes do templo como um traidor.
• Quando preso, recorreu a seu direito de cidadão romano, para ser julgado em Roma, Deus iniciava a construção de sua Igreja no chamado Centro do Mundo, Roma, a sede do Império Romano. Na viagem para Roma Paulo converteu e batizou soldados romanos, bem como alguns marinheiros.
 • Os rabinos, em Jerusalém queriam matar Paulo, mas não conseguiram, pensaram em um atentado durante a viagem, mas os soldados romanos, sabendo de suas intensões viajaram precavidos. Não existe uma data precisa de sua chegada à Roma.
• Boa reflexão e pesquisa!
A Igreja de Jesus IV
Por: Vivaldo Armelin Júnior - Mai./17
• Não haviam guerras naquela época, pois muitos povos estavam sob o domínio de Roma, o que havia eram atentados e ataques de grupos contrários à invasão romana. Mas Roma sabia dominar, pois indicava um líder local, mas que fosse fiel ao imperador, é o caso dos Herodes. Mesmo no templo os principais eram indicados pelos romanos.
• Outro fato interessante é que a língua grega era universal, falada por romanos, judeus, egípcio, entre outros. Por essa razão existem vários documentos, escritos, livros, inclusive bíblicos, escritos em grego.
• Os imperadores exigiam a devoção e a adoração à sua pessoa. Aquele ou aquela que não concordava era geralmente preso e morto. A submissão era uma maneira dos romanos para garantir o domínio e o poder.
• Vamos retomar ao imperador do início do século I, Augusto, governou Roma na época do nascimento de Jesus, ele não foi um perseguidor da Igreja Católica, mas sim contra aqueles que ousavam desafiar o poderio romano na Judéia. Rabinos judeus que não concordavam com as leis romanas eram presos, mas havia uma certa tolerância para que não houvesse revoltas.
• Os soldados romanos aproveitavam a sua força militar para pilhar, roubar, se corrompiam e abusavam do poder. Podiam invadir propriedades sem nenhuma autorização caso achassem que havia algo de suspeito. Por outro lado, eram vítimas de atentados por parte de judeus que combatiam a invasão como já foi destacado.
• Augusto era um imperador que tinha total controle sobre suas forças, com generais de confiança e soldados bem pagos. Isso garantia a tranquilidade no império.
• Depois veio Tibério, governou na época em que Jesus foi preso e morto, foi ele que nomeou Pôncio Pilatos governador da Judéia. Foi este segundo aquele que lavou as mãos ao julgar inocente Jesus, mas entregá-Lo aos principais do templo e autorizar a crucificação. Também foi ele que mandou açoitar Jesus, trinta chibatadas, porém os soldados romanos deram muito mais do que trinta, prova cabal estão nas marcas encontradas no Santo Sudário.
• Calígula foi o próximo imperador e sua perseguição aos cristãos já era grande, porém com as viagens dos Apóstolos e discípulos pelo mundo a perseguição aumentou. Esse imperador, segundo a história, era carniceiro e mandava matar seguidores, familiares, todos aqueles que por algum motivo tinha alguma suspeita. Acabou assassinado.
• Após Calígula veio Cláudio, aquele que julgou Paulo. Como muitos dos habitantes de Roma se converteram ao cristianismo, a perseguição só aumentava e a Igreja só crescia.
• O crescimento se dava pela ação do Espírito Santo, pelas curas e milagres realizados pelos Apóstolos, um poder dado por Jesus a seus treze, treze por causa de Paulo e Matias, substituto de Judas Iscariotes, o que traiu Jesus. Foram muitos os milagre, curas, cegos que passavam a enxergar, paralíticos que andavam e demônios que eram expulsos. Isso tudo em terra romana, na sede do império.
• Veio então o terrível Nero, talvez um dos maiores perseguidores da fé cristã. Para reconstruir Roma e ter seu nome eternizado mandou pôr fogo na velha cidade e depois, com a revolta popular, acusou os cristãos pelo incêndio. Foi grande a chacina, tanto por parte dos militares, bem como pela população que a princípio acreditou no imperador. Muitos foram mortos, perseguidos e muitos tiveram que fugir para não serem presos e mortos. Eram famílias inteiras, não importava a idade, a única chance que era dada seria negar a fé em Jesus e adorar ao imperador.
• Após a morte de Nero, três foram os imperadores, Galba, Otão e Vitélio, estes pouco fizeram, pois os problemas internos e políticos eram graves.
• Veio Vespasiano, um governante que continuou a perseguir os cristãos.
• Com sua morte assume Titus, nada mudou. Nessa época já haviam discórdias entre os governadores romanos pelo mundo.
• Outro imperador que atacou, ou melhor, combateu os cristãos com violência foi Domiciano. Durante seu governo tudo era permitido contra os cristãos, o povo de Deus.
• Nerva governou por dois anos, mas sem grandes feitos, porém a perseguição não cessou.
• Por fim, Trajano, aquele que governou no final século I e terminou seu governo no século II (98 a 117). Nessa época Roma já tinha em seu meio um grande número de cristãos. O problema para os seguidores de Jesus era de que não poderiam se reunir em público ou em um templo, pois seriam presos e mortos. Elas eram realizadas em locais geralmente fora de Roma, por exemplo, em florestas, nas catacumbas do Vaticano etc.
• Boa reflexão e pesquisa!
A Igreja de Jesus V
Por: Vivaldo Armelin Júnior - Mai./17
 
• O calendário usado por nós foi organizado pelo Papa Gregório XIII, mesmo sendo uma correção do anterior houve um erro e que produz um atraso no ano zero entre cinco e trinta anos, por essa razão o nascimento de Jesus foi anterior ao ano zero. Não vamos debater o porquê do erro, mas sim a prova deste erro. Segundo algumas pesquisas recentes ele que nasceu por volta dos anos 70 a.C., mas faleceu no ano 4 a.C., condição que o impediria de ver o nascimento de Jesus. Essa prova cabal demostra que realmente há um erro no calendário gregoriano. Herodes, já idoso, mandou matar todas as crianças com menos de dois anos de idade, o que obrigou a Deus enviar um de seus anjos a José, via sonho, para que se mudasse para o Egito. Não se sabe quanto tempo a Sagrada Família permaneceu no Egito. Após a morte de Herodes, novamente em sonho, José e a família retornam para Israel.
• Com esse erro é bem provável que Jesus tenha nascido no mínimo cinco anos da morte do governador Herodes. Nada muda na Bíblia, Novo Testamento e na História Universal, nem mesmo nos calendários atuais, pois é uma diferença muito pequena.
• Herodes, o Grande, como já descrevemos, tentou matar Jesus, o Filho de Deus e Maria Santíssima. Ele era um homem que tinha um passado extremamente nebuloso, já havia mandado matar familiares e até uma esposa, imaginem o que fazia com seus inimigos. Para ele o poder era tudo, ainda mais sob proteção dos invasores, o Império Romano. Seu filho, Herodes Antipas continuou a perseguição, primeiro a João Batista e depois contra Jesus, não à Igreja de Jesus, pois ela ainda não existia, Jesus seguia a fé judaica, frequentava os templos e lá pregava. Com a morte de Herodes Antipas, veio Herodes Agripa, neto de Herodes, o Grande e sobrinho de Herodes Antipas. Uma grande parcela do povo judeu não aceitava o domínio dos romanos, por isso, era comum verificar atentados contra soldados e autoridades romanas.
• A família Herodes era muito fiel aos romanos, o que lhes garantia um certo conforto. Foi ele quem prendeu São Pedro, que foi solto por um Anjo, também durante seu governo foi morto o Apóstolo de Jesus, Tiago Maior, na época Jesus já estava morto e havia Ressuscitado. Uma curiosidade, a família dos Herodes era enviada a Roma para estudar e tinham cidadania romana.
• A pouco tempo atrás, surgiram rumores questionando a existência de Herodes, portanto da sua família, mas nada é verdadeiro, porque já foram achadas moedas judaicas com a esfinge daquele governante. Vejam que muita gente tenta difamar e até impedir que se façam estudos sérios sobre a Santa Igreja, por esse motivo, neste mesmo site temos os relatos e provas contra as teses dos perseguidores da Igreja Católica Romana.
• Boa reflexão e pesquisa!
 A Igreja de Jesus VII
Por: Vivaldo Armelin Júnior - Out./17
• O calendário hebraico era lunar, bem como o romano, por essa razão fica mais difícil entender as relações entre o atual, gregoriano e o antigo. Pelo calendário lunar o mês tem início na lua crescente e termina na minguante. Não nos vamos ater nessa questão, pois em todas as nossas referências serão pelo nosso calendário, mas caso queira se aprofundar nos estudos é interessante para entender melhor a relação à marcação do tempo naquela época.
• Herodes, o Grande foi autor pela construção do maior dos templos e também do mais belo, que foi destruído nos anos 70 d.C. pelo Imperador Tito, Herodes, o Grande já havia falecido. Sobrou como prova o denominado Muro das Lamentações, que é sagrado para os judeus. O então Papa João Paulo II, hoje Santo, mostrando sua fé foi até lá e orou diante dele.
• Uma outra informação importante daquela época, sobre o povo judeu, que é respeitado até hoje, o homem aos 13 anos de idade passa a ser considerado adulto. Para essa data é realizada uma festa denominada "Bar-Mitzva", referente à maior idade religiosa, a mulher era um pouco antes, aos doze anos, quando geralmente vem a primeira menstruação.
• No templo e nos palácios tinham os escribas, pessoas estudadas, homens, que interpretavam as leis e a Bíblia. A Bíblia era protegida por eles e de tempo em tempo era copiada em razão de seu suporte, o pergaminho, que era fabricado com pele de carneiro. Para garantir a fidelidade dos textos faziam cópias fiéis. Outra condição característica deste povo era o registro de sua história, pois toda ela estava ligada a Deus. Os primeiros judeus convertidos continuavam a frequentar o templo, pois o Deus único era o mesmo. Mesmo após a morte de Jesus o templo era o local de oração. Em nenhum momento os Apóstolos foram infiéis a Jesus, continuaram a ter como Escritura Sagrada a Bíblia, o Antigo Testamento.
• A primeira comunidade cristã foi formada em Antioquia, atual Turquia, e também onde surgiu pela primeira vez a denominação cristão. Os seguidores de Jesus eram denominados galileus.
 A Igreja de Jesus VIII
Por: Vivaldo Armelin Júnior - Nov./17
• Em Pentecostes tudo começou, como consta no Novo Testamento. Pedro foi a pedra fundamental, Jesus foi o criador, com essas palavras "...sobre ti edificarei a minha Igreja..." (Mt 16.18). Em Pentecostes o Espírito Santo confirmou essas palavras ditas por Jesus. Vejam, não é simples entender esse acontecimento, um grande Mistério de Deus, lembrando que nosso único Deus é formado por três Pessoas, independentes, o Pai, o Filho (Jesus) e o Espírito Santo.
• Antioquia era a capital romana na Síria, um grande centro. Pedro, em uma de suas viagens lá esteve e foi o primeiro bispo daquela localidade, mas como não poderia lá permanecer nomeou um novo bispo, Santo Inácio de Antioquia. Nessa capital Pedro conseguiu grande número de conversões, batizou muitos e levou com grande fervor as Palavras que aprendera diretamente de Jesus.
• Paulo também partiu de Antioquia para suas viagens missionárias. Nas suas viagens é bem provável que tenha chegado à Espanha, depois que fora solto em Roma para aguardar seu julgamento. As viagens de Paulo não foram tranquilas, houveram perseguições, agressões, preso e expulso. Tudo isso está no Novo Testamento, por essa razão não iremos determos a esses detalhes.
• As pesquisas nos mostram que São Marcos foi o responsável pela chegada dos cristãos à Alexandria. Aconteceu que todos os Apóstolos partiram em viagens levando as Palavras de Jesus, nessas viagens surgiram novas comunidades cristãs, na Europa, Ásia e África e cada nova comunidade os Apóstolos nomeavam um bispo.
• A Mãe de Jesus, Santa Maria, morou com São João em Éfeso após a crucificação e morte de Jesus. Sabe-se hoje que a Santa Maria também evangelizava, mesmo tendo idade mais avançada. Um detalhe importante é o fato de muitos cristãos serem mortos, no anonimato, por crer em Jesus, sem vê-lo ou conhecê-lo fisicamente, Santos no Céu.
 A Igreja de Jesus IX
Por: Vivaldo Armelin Júnior - Jan./18
• Santo Inácio também foi uma peça importante para a construção e consolidação da Igreja de Jesus. Das suas cartas, sete chegaram a nossos dias, todas destinadas a comunidades cristãs e a bispos. Santo Inácio foi perseguido, preso e morto em uma arena, atacado por leões famintos no ano 107 d.C.
• Muitos fatos e acontecimentos daquela época vem da Tradição Católica, com a confirmação por parte de historiadores e outros pesquisadores. Em muitas situações os próprios pesquisadores/historiadores ficam surpresos com alguma informação vinda da Tradição Católica.
• Muitos cientistas confirmam a existência dos Apóstolos, como as imagens de São Pedro, São Paulo, São João e Santo André, encontradas no teto do túmulo, datada do século V, de uma nobre cristã, ao lado do Túmulo de Santa Tecla. Esse achado, em 2010, foi um dos mais importantes do século XXI, e conduzem às verdades contidas nas Escrituras.
 • Provavelmente, o Apóstolo Santo André, juntamente com Orígenes e Rufino seguiram em viagem para o sul da atual Rússia. Mateus teria ido para Etiópia entre outras viagens. Bartolomeu para a Arábia do Sul, atual Índia. São Tomé teria ido para o Reino dos Partos, antiga Pérsia, atual Irã, mas também teria chegado à Índia.
 A Igreja de Jesus X
Por: Vivaldo Armelin Júnior - Jan./18
• Simão, ao encontrar-se com Jesus, ganhou um novo nome, Pedro, que significa pedra, rocha. Essa "pedra" foi conduzida por Deus à Roma para edificar a Igreja de Seu Filho único, nosso Deus, ao lado de Paulo que já estava em Roma.
• Muitas outras religiões cristãs não admitem que Pedro foi o primeiro Papa, mas os próprios Apóstolos e discípulos que seguiam Jesus, nas dúvidas, consultavam Pedro. Eles sabiam que Jesus determinou Pedro como a pedra fundamental de sua Igreja, inclusive Paulo o fazia. A procura por orientação poderia ser pessoalmente ou por um mensageiro, ou ainda, por carta.
• Em Roma, Paulo sempre falou de Pedro e sobre os demais Apóstolos. O respeito a Pedro era muito grande em todas as localidades por onde passou. Paulo, em Roma, dava exemplos citando Pedro como já destacamos, porque sua sabedoria era muito grande e sua proximidade com Jesus ainda maior. Pedro foi o único Apóstolo que reconheceu Jesus como Filho de Deus.
• Só para recordar mais uma passagem bíblica, agora, Pedro, próximo da casa de Cornélio, é convidado para entrar e este, em função de sua fé, recusou-se, por Cornélio era um pagão. Jesus orientou José de que ele veio para todos, não apenas para os judeus. Então Pedro, voltou e entrou na casa daquele centurião romano. Em seu interior abençoou a todos e os batizou. Jesus mostrou a Pedro que todos têm o direito à salvação (At 01, 01-18).
• Outra medida de Deus foi acabar com a circuncisão. Paulo viu Apóstolos e discípulos só batizando aqueles que eram circuncisos, mas não concordou, então procurou Pedro e este meditando concluiu que todos tinham o direito de serem batizados, mesmo os incircuncisos. Esse questionamento de Paulo e Barnabé ocorreu em Antioquia, partem para consultar Pedro. A reunião entre eles é reconhecida como sendo o primeiro Concílio, mais ou menos no ano 49 d.C., em Jerusalém, que deu o nome a ele: I Concílio de Jerusalém.
 A Igreja de Jesus XI
Por: Vivaldo Armelin Júnior - Mar./18
• São Clemente de Roma, o quarto Papa, confirmou a presença de São Paulo e São Pedro em Roma, período em que moraram na sede do Império Romano e lá foram presos, julgados e condenados à morte. Os restos mortais de ambos estão no subsolo da Basílica de São Pedro, no Vaticano.
• Alguém pode achar que essa é uma hipótese, mas não, escavações realizadas no subsolo da Basílica de São Pedro, por arqueólogos, nem todos cristãos, no ano de 1949, quando foi encontrado os restos mortais de São Pedro. Inclusive havia uma identificação de quem estava ali enterrado. Pesquisas foram feitas e comprovou-se que aquele corpo era mesmo do Santo, primeiro Papa da Igreja fundada por Jesus.
• São Paulo, o Apóstolo que mais converteu, por ter viajado muito pela Europa e Ásia. Paulo falava o hebraico, o grego e provavelmente o italiano. Chegou a Jerusalém por volta dos 15 anos de idade. Já com cidadania romana, comprada por seu pai. Aos 28 ou 29 anos de idade era um grande perseguidor dos cristãos e um rabino, conhecedor das Leis de Moisés. Sua profissão fabricante de tendas e exímio no trabalho com o couro. Seus clientes eram os judeus, mas também os romanos.
• A conversão de São Paulo, a caminho de Damasco, marcou mais uma vez a vida da única Igreja de Jesus. Foi o próprio Jesus quem arregimentou seu maior perseguidor para levar suas Palavras a todo mundo. Não se sabe se Saulo de Tarso chegou a conhecer Jesus, foram encontradas informações de que ele esteve presente durante a crucificação, que ele já era perseguidor com Jesus ainda vivo, e sabia que Jesus seria morto. Nenhuma dessas informações, inclusive encontradas na internet, não tem confirmação, não há nenhum estudo ou prova a esse respeito, pois não foi encontrado documentos de historiadores católicos ou leigos, mesmo de não cristãos que falassem sobre essas possibilidades.
• Acreditar em tudo é perigoso, é preciso verificar se a fonte de informação é confiável e se há provas. O mais importante, se a Santa Igreja as reconhecem.
• Após a conversão e restauração da cegueira, Saulo, já chamado de Paulo de Tarso, procurou os Apóstolos e a eles descreveu o que lhe acontecerá a caminho de Damasco. Paulo não só se integrou ao grupo, talvez com uma certa resistência por parte de alguns, mas com a confirmação de Pedro todos aceitaram, também ouviu os Apóstolos sobre Jesus e a Pedro. Alguns relatos afirmam que falou com a Santa Maria e Santa Madalena, na busca de informações sobre Jesus. Como Paulo era uma pessoa instruída, queria levar a verdade, e quanto mais informações vindas dos seguidores de Jesus lhe garantiria maior número de convertidos. Pedro foi o maior mestre para Paulo, que o aceitou como líder.
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