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Iniciado em: 15/01/2002
Neste endereço (domínio): 14/01/2006
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Santa Missa
Custódia 01 • Sinal da Cruz 01 • Jesus Encarnado e os deuses pagãos 02
Jesus Encarnado e os cultos católicos 01 Evangelizando 01 • Crer e a Fé 01 • Corpo e Sangue de Jesus 01 •
Concílio Vaticano II 01 • A Igreja 01 • Roma 02 • Roma 01 • História 04 • História 03 • História 02 • História 01 •
Custódia 01
Por: Vivaldo Armelin Júnior - Mar./20
• A custódia é um recipiente pequeno, geralmente redondo e ligeiramente fino, feito de metal, como aço inox, prata ou ouro, ou ainda, revestido com um deles.
• São usados para armazenar a Hóstia Consagrada quando levadas para a comunhão de doentes em casa ou hospital, detentos, abrigados em asilos....
Sinal da Cruz 01
Por: Vivaldo Armelin Júnior - Out./17
• Quando um leigo ou religioso faz o Sinal-da-Cruz na testa de outra pessoa é para abençoá-la, protegê-la e ampará-la ou até na busca de cura.
• Essa ação é comum em cada um dos Sacramentos, como o Batismo, Comunhão etc. Até hoje este sinal é realizado quando se dá a Unção dos Enfermos. Por fim, o Sinal-da-Cruz é feito a benção, para nos livrarmos de situações de risco, pânico e enfermidades.
• Nesse contexto, para afastar maus espíritos que possam querer ou estar interferindo na vida daquela pessoa. O uso do sal, óleo e a consagração da Hóstia é reservado apenas aos religiosos consagrados, sacerdotes, bispos... Nunca um leigo poderá fazê-lo.
• O Sinal-da-Cruz é um gesto sagrado, portanto não deve ser realizado por qualquer motivo ou brincadeira. Realizá-lo sem necessidade é desrespeitar a Deus e suas Leis e Ensinamentos, sejam os contidos no Antigo Testamento ou dos contidos no Novo Testamento.
• Evitar fazê-lo por motivos sem importância, banais e por brincadeiras.
 • É importante destacar que ao recitar o Sinal-da-Cruz, estaremos invocando o "Pai, o Filho e o Espírito Santo", também entrando em sintonia com o Céu, a morada de Deus.
• Durante a Liturgia ou outro Sacramento o Sacerdote ou Bispo faz o Sinal-da-Cruz em direção da assembleia, este sinal é uma bênção, consagração e santificação.
• É comum no final das missas o sacerdote abençoa a assembleia para que tenha um bom retorno ao seu lar, boa semana, saúde etc.
• Ainda, no final da Missa, ou melhor, logo após o final da Missa, o sacerdote poderá abençoar objetos, chaves, sinais da fé católica, para esse ato faz uma breve oração e em seguida o Sinal-da-Cruz em direção ao objeto, garrafa de água etc. Este poderá ser repetido várias vezes caso hajam muitos os que desejam receber a bênção.

Jesus Encarnado e os deuses pagãos 02

Por: Vivaldo Armelin Júnior

• Na época de Jesus na região onde hoje estão os estados de Israel, Palestina e Síria, haviam muitas religiões, somadas a elas a dos invasores romanos. Essas religiões acreditavam em um grande número de deuses e todos eles de pedra. Os israelitas diferentemente destes povos acreditavam em um único Deus, o criador.
• Muitos povos da época combatiam a fé judaica e tentavam incutir a sua, como aconteceu séculos antes quando a religião egípcia, em função do seu poderio militar, influenciou grande parte do norte da África.
• Uma época em que fervilhavam as descobertas vindas dos povos egípcios, gregos e romanos, das grandes construções militares, governamentais, civis e religiosas. Também uma época onde grandes líderes se colocavam como deuses todo-poderosos detentores do direito de decidir pela vida ou a morte, mas todos humanos.
• Quando Jesus nasceu essa regra se quebrou, mesmo na Palestina, atual Israel, porque Ele se mostrou humano, nunca fez milagre sem antes solicitar a força do seu Pai. Mesmo sendo o Filho único de Deus era humilde, paciente e dedicado ao Pai. Essa situação gerou grande tumulto na cabeça dos poderosos, que por medo de perder o poder optaram pela morte do Filho de Deus.

Jesus Encarnado e os cultos católicos

Por: Vivaldo Armelin Júnior

  • Com a vinda de Jesus encarnado os cultos ganham novos formatos, de acordo com Suas orientações e pregações. Seus ensinamentos foram direcionados aos doze Apóstolos e também aos setenta e dois seguidores, sem falar em Maria Madalena e outras mulheres.

  • As primeiras Liturgias eram secretas em razão da perseguição, tanto em Jerusalém, na Grécia e também em Roma. Em Roma os seguidores de Jesus Cristo realizavam seus cultos no interior das catacumbas do Morro do Vaticano. Mas também realizavam pregações, mesmo correndo o risco de serem presos e até mortos.

  • Por causa das pregações em público muitos foram presos, torturados e até martirizados.

  • Todos os Apóstolos e seguidores se expunham para levar a Boa Nova e as Verdades ao povo de Deus, seguindo fielmente as palavras e ensinamentos de Jesus Cristo.

  • Durante os cultos se rezava o Pai Nosso, não mais realizavam a imolação ou o holocausto, o próprio Jesus nos ensinou o Pai Nosso e mostrou que o culto poderia ser realizado sem a morte de um ser vivo.

  • Vale destacar que as três Marias (Maria, a Mãe de Jesus, Maria Madalena e Maria, irmã de Lázaro) eram fiéis aos às reuniões e cultos. As três Marias souberam entender a Missão de Jesus, também levaram as suas palavras e ensinamentos ao povo de Deus.

Evangelizando 01

Por: Vivaldo Armelin Júnior - Mai/16

• É papel de todo cristão, religioso ou leigo, evangelizar e converter, e uma grande oportunidade ocorre durante a Liturgia, uma maneira de seguir os passos de Deus.
• É por meio da evangelização que são levados os ensinamentos de Jesus, suas palavras, o seu amor, sua caridade e respeito.
• Tudo para que aquele e aquela que não se aproximou Dele tenha a oportunidade de fazê-lo crendo no Antigo e Novo Testamento.

• Aqueles ou aquelas que foram evangelizados aproveitam melhor cada parte da Liturgia, pois todas as partes desta levam à conversão e salvação na vida eterna. Vale lembrar que no momento da celebração Jesus está presente e nos agracia com seu amor.

Crer e Ter Fé 01

Por: Vivaldo Armelin Júnior
• Crer e ter fé no Deus único de Adão e Eva, Noé, Moisés, Davi, Ester, Ruth, José do Egito, José e Maria (pais de Jesus), Pedro, Paulo, Lucas, Judas Tadeu, Longuinho, Agostinho, Bento, Benedito, Francisco, Clara, Terezinha do Menino Jesus, Tereza de Calcutá, Bernadete, Pio, Frei Galvão, Irmã Lúcia (beata), pessoas humanas que em vida acreditaram, creram e amaram o único Deus formado por três pessoas.
• Todos e todas acima citados são um exemplo de dedicação, de trabalho pela fé, conduzindo ao amor a Deus, nas suas ações evangelizadoras, mas também eram pedintes, pobres, escritores, pesquisadores, estudiosos, entre tantas outras atividades.
• As Celebrações Litúrgicas nos ensinam, orientam e nos indicam o caminho da e para a salvação, como todos os Santos e Santas, Beatos e Beatas, Servos e Servas de Deus, nos deixaram de ensinamento. A liturgia surge a partir da vinda de Jesus com suas aulas e ensinamentos.
• Uma coisa em comum a todos foi crer em Deus. E nós, pequenos mortais, cremos em Deus na Santíssima Trindade como eles? Com certeza sim!
Corpo e Sangue 01
Por: Vivaldo Armelin júnior - Jun./15
• Na Missa a presença de Jesus Cristo se faz em Carne e Sangue na Hóstia Consagrada. Durante a realização dos Sacramentos a sua presença é a Aliança proposta por Ele na Santa Cruz a nós seres humanos.
• Deus é o Pai, o Filho e o Espírito Santo, três pessoas distintas em um único Deus, é Jesus que se faz presente e nos alimente com seu Corpo e Sangue na Eucaristia.
• Por essa razão é importante se portar dignamente durante uma celebração litúrgica entregando a nossa alma a Deus, estar atento, participar e envolver-se com cada parte da Missa, também comportar-se adequada e dignamente, vestir-se de acordo com o momento sagrado que é a Santa Missa, como já destacamos, Deus na Santíssima Trindade está presente em espírito, Corpo e Sangue.

Concílio Vaticano II - 01

Por: Vivaldo Armelin Júnior
• A reforma promovida pelo Concílio Vaticano II, organizado e iniciado pelo Papa João XXIII e concluído pelo seu sucessor o papa Paulo VI objetivou uma maior aproximação, envolvimento e participação do fiel nas ações litúrgicas, condição inexistente antes do Concílio vaticano II.
Entender as mudanças promovidas é envolver-se com as ações da Santa Igreja de Jesus Cristo.
A mais importante mudança foi na participação direta da assembleia das celebrações, uma vez que estas deixaram de ser realizadas em latim, com o sacerdote voltado para o altar e de costas para os fiéis. Até esta época a Santa Missa era rezada pelos sacerdotes e ministros, aos fieis cabia ouvir, pois a maioria nada entendia do latim. Este fato ocorria não apenas na Europa, mas no mundo todo.
A participação direta dos fiéis faz com que cada fiel seja envolvido pelo amor de Deus na Santíssima Trindade. Participar da Liturgia Cristã e Católica  é crer no Pai, no Filho e no Espírito Santo, também ser devoto e louvar a São José, Nossa Senhora, os anjos, santos e santas, beatos e beatas e a todo servo de Deus.
 A Igreja 01
Por: Vivaldo Armelin Júnior - Fev./19
• Em todas igrejas Católicas possui em seu interior um ou mais altares, o altar principal, denominado de mor, tem a função de "sustentar" as oferendas e os sinais da Nova Aliança.
 
• Sobre ele são colocados o pão e o vinho, que após consagração consubstanciam-se em Corpo e Sangue de Jesus Cristo.
 
• Já no Antigo Testamente o altar já existia e era destinado à colocação do sacrifício (holocausto), sempre com a finalidade de adorar e louvar a Deus.
 • O altar é muito importante, deve ser respeitado, e simboliza o sacrifício de Jesus.

Roma 02 - Séc. I a.C.
Por: Vivaldo Armelin Jr.

• Para entender a História da Igreja e consequentemente da Santa Missa é preciso entender um pouco do chamado Império Romano. Roma e suas forças militares foram conquistando o mundo de maneira avassaladora e praticamente sem resistência. Esse império dominou países fortes, como a Grécia, o Egito, a Espanha, Gália etc. Seu território iniciava em Portugal, passando norte da África até o Egito, todo sul da Europa, estendendo pela Síria e Palestina, inclusive as Ilhas Britânicas.
Roma possuía seus deuses, todos pagãos, mas com a conquista de outros povos esses deuses tomaram outras formas e nomes. Essas influências vieram da Grécia, do Egito, entre outros povos. Por essa razão, o povo Romano passou a adorar ídolos comuns aos povos conquistados.
O imperador Otávio Augusto foi o grande responsável pelo crescimento do império, inclusive na Palestina e Síria. Depois da invasão a Jerusalém, por volta do ano 70 a.C. e a sua completa destruição, foi Augusto que ordenou um controle mais rigoroso sobre aquela cidade, quando muitos foram mortos. Esses fatos ocorreram no final do século I a.C.
Na palestina as forças romanas tributavam a população de maneira extorsiva e desumana. Não hesitavam em condenar à morte qualquer cidadão que não atendesse ao império. A morte geralmente era a crucificação.
Para governar o povo israelita e da Palestina empossou Herodez, a fiscalização e cobrança de impostos eram feitas por israelitas que passavam para o lado do conquistador. Eram pessoas que se enriqueciam às custas do trabalho alheio e eram muito mal vistos pela população de toda a região da Palestina e Síria. Essas pessoas que atuavam a favor de Roma eram separadas da população e até era proibido visitar as suas casas, quanto mais participar de uma ceia a seu lado.
Herodes governava com muita violência e por isso era odiado. Ordenou a morte de todo aquele que por algum motivo colocasse, em sua opinião, seu poder em risco.

Roma 01 - Séc. I a.C.
Por: Vivaldo Armelin Jr.

• A influência era tão grande  que nas ruas e becos romanos havia alguém pregando em favor de um deus, como os citados no texto anterior, eram pregadores em favor dos deuses gregos, dos próprios romanos, mas com novos deuses, também dos deuses egípcios, fenícios, dos povos do norte da África e assim por diante.
• O certo é que com o avanço das tropas romanas, maior era o número de deuses trazidos para a sede ou capital. Também aumentava o número de imigrantes, outra influência importante.
• Muitos deuses e deusas exaltavam a sensualidade e o sexo, outros a guerra, a segurança, proteção etc. Um deus para cada situação. Os deuses vindos do Olimpo grego, em Roma ganharam outros nomes, o mesmo para os deuses e deusas do Egito, dos fenícios etc.

Um exemplo desse fenômeno:
1. Zeus, deus supremo para os gregos, em Roma se torna Júpiter;
2. Cronos (pai de Zeus) e Saturno em Roma;
3. Poseidon (deus grego dos mares/oceanos e irmão de Zeus) e em Roma Netuno;
4. Afrodite (deusa do amor e da beleza) e em Roma Vênus.

• São muitos os deuses, mas esses exemplos podem demonstrar o que aconteceu naquela época. Essa influência tem grande avanço entre o século III a.C. e o século I a.C., outra surge, já no século I d.C., mas agora com um único Deus, chamado Jesus,  vinda da Palestina, onde fora condenado à morte na cruz.

História 04
Por: Vivaldo Armelin Júnior - Jul./18
• Na História da Igreja nem sempre os sacerdotes usavam trajes especiais, essa situação era comum nos primórdios da Santa Igreja, quando os celebrantes usavam roupas do dia a dia.
• Com o passar do tempo houve uma preocupação maior com a vestimenta, não apenas com a beleza das mesmas, mas principalmente com a sua simbologia.
 • As vestimentas obedecem ao calendário litúrgico e são confeccionadas em cores especiais conforme a época do ano.
 História 03
Por: Vivaldo Armelin Jr.
• Não pense que todos os Sacramentos, normas e a própria organização da Igreja de Jesus ocorreu de um dia para outro ou logo após a morte de Jesus.
• Na realidade o testemunho dos Apóstolos e discípulos pelo mundo não era suficiente, pois corria-se o risco de se perder todo acontecimento que envolvia a vida de Jesus, por essa razão os chamados Evangelistas registraram escrevendo um livro. O problema que estes livros estavam soltos, ou seja, a Bíblia como conhecemos ainda não existia. Repetindo, nessa época o testemunho era a única maneira da palavra chegar ao povo.
• Os Apóstolos e os discípulos eram bem organizados e qualquer dúvida retornavam a Jerusalém para saná-la. Essa ação permitiu que a Santa Igreja de Jesus perpetuar os conhecimentos vindos de Jesus.
• Cada livro escrito pelos Evangelistas foi estudado e organizado em um único, a Bíblia como hoje conhecemos. Muitos livros ficaram de fora, os denominados apócrifos, que pela ação do Espírito Santo, não foram selecionados.
• Com os livros, todos manuscritos, pois estamos descrevendo o período compreendido pelos séculos I, II e III d.C.

História 02
Por: Vivaldo Armelin Jr.

  • Desde o princípio da vida humana ocorrem cultos religiosos, muitas vezes místicos e até envoltos em magia, dedicados inicialmente aos deuses, como: sol, lua, trovão, vulcão, mãe terra, aos mitológicos, entre tantos outros. Esses deuses eram adorados por povos da pré-história, povos da Mesopotâmia, do Oriente, Grécia, Egito, Roma e ainda hoje, pelos povos indígenas, os seguidores do misticismo, da feitiçaria etc.

  • A cada culto é comumente oferecido um "presente" ou "oferenda" a um deus, deusa ou a vários deuses(as). As oferendas variam do sacrifício humano, de um animal, doar joias,  alimentos etc.

  • Acontecia que essas oferendas eram muitas vezes baseado no holocausto de uma vida animal ou humana. A oferenda em holocausto de animais é descrita na Bíblia, Antigo Testamento e praticada pelo povo judeu, quando queimavam animais e aves para que Deus recebesse pela fumaça a oferenda. Com a vinda de Jesus tudo mudou, pois ele rejeitou essa forma de oferenda.

  • Por outro lado, desde o princípio, alguns grupos de seres humanos acreditavam em um único Deus, aquele que foi o criador de tudo, do universo e da vida, que vive no Céu, em seu próprio mundo. Esse grupo também fazial oferendas quando realizavam seus cultos e neles o faziam em holocausto, nesses eram oferecidos carneiros, ovelhas, gado, pombas etc.  

História 01
Por: Vivaldo Armelin jr.

• Nesse primeiro momento daremos destaque para a História da Santa Igreja Católica, fundada por Jesus, a única, que teve como Papa um Apóstolo de Jesus chamado de Pedro. Por que saber um pouco de História? A história nos revelam os acontecimentos que fizeram parte da vida de Maria, José e Jesus. De Maria em relação a seus pais Joaquim e Anna, sua vida em um templo. De José sua ascendência até o Rei Davi e de Jesus sua vida ao lado de seu primo João, depois com os Apóstolos, não apenas os doze, mas também os outros setenta e dois.
• E por fim, as mulheres que o seguiam, como Maria Madalena foi quase uma Apóstola de Jesus.


• Não é apenas o Nascimento de Jesus que é importante para o fiel Católico, a história anterior também é importante para conhecer e entender os fatos que são descritos na Bíblias, Antigo e Novo Testamento.

• Nós iremos, como é nosso hábito, disponibilizar textos curtos e de fácil entendimento, porém caso desejar um aprofundamento poderá pesquisar outras fontes e até publicações.


• Nós iremos, como é nosso hábito, disponibilizar textos curtos e de fácil entendimento, porém caso desejar um aprofundamento poderá pesquisar outras fontes e até publicações.


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